Da mente à máquina: como o pensamento faz um cão robô andar
Pesquisadores da Universidade Jiaotong de Xi’an, na China, desenvolveram um sistema que permite controlar um cão robô apenas com o pensamento, utilizando uma interface cérebro-computador não invasiva.
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05/04 às 08:45
Pontos principais
- A Universidade Jiaotong de Xi’an desenvolveu um sistema que permite comandar um cão robô com o pensamento, integrando controle por eletroencefalograma (EEG) à navegação autônoma.
- A interface cérebro-computador (BCI) não invasiva captura sinais elétricos neuronais para decodificar intenções e traduzi-las em comandos para o robô.
- O sistema suporta 11 comandos mentais básicos com mais de 95% de precisão e um atraso de cerca de um segundo entre pensamento e ação.
- A abordagem não invasiva é segura, econômica e fácil de usar, superando os riscos e custos das tecnologias BCI invasivas.
- A equipe adota um modelo de colaboração homem-máquina, onde humanos emitem intenções de alto nível e a máquina executa tarefas repetitivas e de alta precisão.
- O avanço da BCI exige integração com áreas como IA, navegação autônoma e percepção inteligente para aplicações práticas.
- O cão robô controlado por pensamento tem potencial para auxiliar pessoas com deficiência, idosos e em reabilitação.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Xu Guanghua (professor)
Organizações
Universidade Jiaotong de Xi’anAgência XinhuaPoder360
Lugares
ChinaXi’an
