Cúpula de junho do G7 incluirá Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quênia, mas não a China
A França sediará a cúpula do G7 em junho, convidando Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quênia para discutir desequilíbrios econômicos globais, enquanto a China será notavelmente ausente e a legitimidade do G7 é questionada em meio a tensões geopolíticas e incertezas sobre a presença de Donald Trump.
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26/03 às 10:23
Pontos principais
- A França receberá líderes do Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quênia na cúpula do G7 em Évian-les-Bains em junho.
- O objetivo da França é ampliar o apoio para corrigir desequilíbrios econômicos globais, evitando uma 'crise financeira maciça'.
- A China, que não participará, é instada a impulsionar a demanda doméstica e reduzir exportações, enquanto os EUA devem reduzir déficits e a Europa produzir mais.
- A cúpula ocorre em meio a um choque energético causado pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã, e a relevância do G7 é questionada.
- A China critica o G7 como um 'clube de países ricos', mas a França buscará envolvê-la por canais separados.
- Há incerteza sobre a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, cujas ameaças tarifárias abalaram aliados e mercados.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Emmanuel Macron (presidente da França)Donald Trump (presidente dos EUA)
Organizações
G7Reuters
Lugares
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