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Crise atual de petróleo e gás é pior do que as de 1973, 1979 e 2022 juntas, diz chefe de agência internacional

A atual crise global de petróleo e gás, intensificada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, é considerada a mais grave da história, superando as crises anteriores de 1973, 1979 e 2022, com o chefe da IEA alertando para impactos severos, especialmente em nações em desenvolvimento.

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07/04 às 10:34

Pontos principais

  • Fatih Birol, chefe da IEA, afirma que a crise atual de petróleo e gás é a mais grave já enfrentada, pior que as de 1973, 1979 e 2022 juntas.
  • O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã, em resposta a ataques de Israel e dos EUA, é o principal catalisador da crise, afetando 20% do fornecimento global.
  • Países europeus, Japão e Austrália serão afetados, mas nações em desenvolvimento sofrerão mais com a alta dos preços, encarecimento de alimentos e inflação.
  • A IEA já liberou parte das reservas estratégicas de petróleo e considera liberar mais se a situação piorar.
  • Os EUA, sob Donald Trump, pressionam o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, cujo prazo final para reabertura termina hoje.
  • Novos ataques de Israel a instalações estratégicas no Irã agravaram a crise e mantêm a pressão sobre os preços da energia, que voltaram a US$ 110 o barril.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Fatih Birol (chefe da Agência Internacional de Energia)Donald Trump

Organizações

Agência Internacional de Energia (IEA)Le FigaroReutersg1

Lugares

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