CPI do Crime entra na reta final sob incerteza; relator deve encontrar Alcolumbre
A CPI do Crime Organizado se aproxima do prazo final sob incerteza de prorrogação, com o relator Alessandro Vieira negociando com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em meio à resistência em ano eleitoral e ao acúmulo de pedidos de outras comissões.
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07/04 às 06:53
Pontos principais
- A CPI do Crime Organizado está na reta final, com prazo para encerrar os trabalhos em 14 de abril.
- O relator Alessandro Vieira (MDB-SE) tenta negociar a prorrogação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
- Há resistência à extensão da CPI devido ao ano eleitoral e ao grande número de pedidos de outras comissões no Congresso.
- O entorno de Alcolumbre considera improvável a prorrogação, visando contenção de novas investigações.
- A possibilidade de judicialização para forçar a instalação ou prorrogação de CPIs é discutida, similar ao ocorrido na CPI da Covid.
- Alessandro Vieira, autor do pedido da "CPI da Toga", já recorreu ao STF para sua instalação, mas descarta judicializar a prorrogação da CPI do Crime por ora.
- As últimas sessões da CPI têm sido esvaziadas, com depoimentos de menor impacto e dificuldades para avançar nas investigações.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alessandro Vieira (relator da CPI)Davi Alcolumbre (presidente do Senado)André de Albuquerque Garcia (secretário nacional de Políticas Penais)Ibaneis Rocha (governador do Distrito Federal)
Organizações
Senado FederalMDBUnião BrasilGLOBOBanco MasterCongressoSupremo Tribunal Federal (STF)
Lugares
Distrito Federal
