CPFL propõe diferimento tarifário enquanto governa avalia conter alta da energia
A CPFL Paulista propôs adiar parte do reajuste tarifário para 2026, enquanto o governo federal avalia um empréstimo bilionário para distribuidoras de energia a fim de conter os aumentos nas contas de luz dos consumidores.
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02/04 às 16:40
Pontos principais
- A CPFL Paulista propôs um diferimento máximo de R$1,43 bilhão no cálculo de suas tarifas para 2026, a ser recuperado entre 2027 e 2029.
- A concessionária sugeriu uma alta tarifária média de, no mínimo, 8% para os consumidores neste ano.
- A Aneel avaliará a proposta da CPFL Paulista e os reajustes de outras distribuidoras na próxima reunião de diretoria.
- O governo federal busca soluções para mitigar os impactos dos reajustes tarifários, que devem superar a inflação em 2026.
- Uma das alternativas em estudo pelo Ministério de Minas e Energia é um novo empréstimo bilionário às distribuidoras de energia, operacionalizado pelo BNDES.
- Reajustes tarifários já foram aprovados para Light e Enel Rio, com aumentos médios de 8,6% e 15,6%, respectivamente.
- As regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul tendem a ter maiores aumentos tarifários, enquanto Norte e Nordeste podem ter alívio devido a uma lei que permite repactuação de royalties hidrelétricos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
João Daniel Cascalho (secretário nacional de Energia Elétrica)Letícia FucuchimaRodrigo Viga GaierMarta Nogueira
Organizações
CPFL PaulistaAneelMinistério de Minas e EnergiaEnergisaEquatorialBNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)LightEnel RioReuters
Lugares
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