COP15 em Campo Grande deixa legado de conscientização ambiental
A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15) em Campo Grande deixou um legado de conscientização ambiental através de atividades paralelas e a recuperação de espaços públicos para educação.
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30/03 às 07:44
Pontos principais
- A COP15 em Campo Grande incluiu uma agenda paralela de atividades gratuitas na Casa do Homem Pantaneiro, chamada Conexão sem Fronteiras.
- As atividades visaram estender os debates da conferência ao público geral, despertando curiosidade sobre espécies migratórias e biomas brasileiros.
- O estudante Luiz Henrique Kinikinau e a professora Adriana Suzuki destacaram a importância da conscientização e do aprendizado proporcionados pelo evento.
- A secretária Nacional de Biodiversidade, Rita Mesquita, avaliou que a iniciativa cumpriu seu papel de divulgar a ciência e o potencial da Casa do Homem Pantaneiro.
- Entre os legados da conferência estão o Bosque da COP15 e o lançamento de um edital de pesquisa para fomentar estudos sobre espécies e rotas migratórias no Brasil.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Henrique Kinikinau (estudante de agroecologia da Uems)Adriana Suzuki (professora da rede municipal de Campo Grande)Rita Mesquita (secretária Nacional de Biodiversidade)
Organizações
Nações UnidasCasa do Homem PantaneiroUniversidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems)Agência BrasilMinistério do Meio Ambiente e Mudança do ClimaMinistério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Lugares
Campo GrandeParque das Nações IndígenasMato Grosso do Sul
