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Condomínios no Rio pedem mudança na forma de cobrança da conta de água

Condomínios no Rio de Janeiro, representados pela Abadi, estão em campanha para alterar a forma de cobrança da conta de água, que consideram excessiva devido à tarifa mínima, buscando revisão judicial e regulatória.

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27/03 às 16:23

Pontos principais

  • Condomínios no Rio de Janeiro reclamam do alto custo da conta de água, que pode chegar a quase metade do orçamento mensal, impulsionado pela cobrança de consumo mínimo.
  • A Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) lidera o movimento, defendendo que a cobrança seja baseada no consumo real medido pelo hidrômetro.
  • Cerca de 70% dos empreendimentos no Rio possuem hidrômetro único, o que os sujeita à tarifa mínima de 15 m³ para residenciais e 20 m³ para comerciais.
  • A questão ganhou destaque após decisão do STJ que validou a cobrança mínima, e a Abadi atua como Amicus curiae em um julgamento no STF sobre o tema.
  • A Abadi e o Secovi Rio solicitaram revisão do modelo de cobrança à Agenersa, que está analisando o pedido, mas reforça a legitimidade do modelo atual conforme o marco legal do saneamento.
  • As concessionárias Águas do Rio, Rio+Saneamento e Iguá Rio afirmam que a cobrança de tarifa mínima é legal e autorizada pelo STJ, sendo um modelo de longa data e necessário para a sustentabilidade do serviço.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Marcelo Borges (presidente da Abadi)

Organizações

Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi)Superior Tribunal de Justiça (STJ)Supremo Tribunal Federal (STF)Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais do Rio (Secovi Rio)Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa)Agência BrasilÁguas do RioRio+SaneamentoIguá Rio

Lugares

Rio de JaneiroMinas GeraisSão PauloBarra da TijucaJacarepaguá