Como o apagão de mão de obra vira barreira para crescimento da economia do ES
Um estudo da Findes revela que o "apagão de mão de obra" no Espírito Santo, causado por novas tendências de mercado, economia aquecida e problemas estruturais, está impedindo o crescimento econômico do estado.
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11/02 às 04:01
Pontos principais
- O Espírito Santo enfrenta um "apagão de mão de obra", com vagas de emprego disponíveis e falta de trabalhadores para preenchê-las.
- Um estudo da Findes aponta que este problema impacta todos os setores da economia capixaba e impede seu crescimento.
- Três fatores principais contribuem para o apagão: novas tendências do mercado de trabalho, economia aquecida e problemas estruturais.
- As novas tendências incluem a necessidade de requalificação devido à tecnologia, o envelhecimento da população e as demandas da Geração Z por flexibilidade e propósito.
- A economia aquecida resulta em baixa taxa de desemprego (2,6% no ES), com muitos trabalhadores já empregados ou na informalidade.
- Problemas estruturais, como a alta taxa de informalidade e a dificuldade de acesso ao mercado de trabalho para mulheres e pessoas com baixa escolaridade, também são citados.
- A solução envolve políticas públicas para facilitar o acesso ao trabalho e a disposição das empresas em oferecer bons salários, plano de carreira e qualificação.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Marília Silva (gerente executiva do Observatório Findes)
Organizações
Findes (Federação das Indústrias do Espírito Santo)Observatório FindesAgência Brasil
Lugares
Espírito SantoBrasil
