Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes
A Petrobras negou a defasagem nos preços dos combustíveis em relação ao mercado internacional e reafirmou sua política de reajustes, em resposta a questionamentos da CVM sobre possível interferência política.
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03/04 às 08:45
Pontos principais
- A Petrobras negou estimativas de defasagem nos preços de combustíveis em relação ao mercado internacional.
- A manifestação da Petrobras ocorreu em resposta a um ofício da CVM, que questionou a companhia após notícias de interferência política.
- O pedido de esclarecimento da CVM foi motivado por declarações do presidente Lula sobre evitar repasses ao consumidor devido à alta do petróleo e tensões no Oriente Médio.
- A Petrobras refuta cálculos de agentes de mercado, como a Abicom, que indicavam defasagem significativa nos preços do diesel e da gasolina.
- A estatal reitera que sua política de preços, anunciada em 2023, não segue periodicidade fixa e busca reduzir a volatilidade, evitando o repasse automático de oscilações externas.
- A empresa citou medidas recentes, como o aumento de R$ 0,38 por litro no diesel A e a adesão a um programa federal de subvenção de R$ 0,32 por litro.
- A Petrobras não reconhece as estimativas de perdas potenciais bilionárias e reforça seu compromisso com a sustentabilidade financeira e governança.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
PetrobrasComissão de Valores Mobiliários (CVM)Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom)
Lugares
Oriente Médio
