Com salário suspenso após prisão, PM terá remuneração na reserva
Um tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, indiciado por feminicídio e fraude processual, foi transferido para a reserva e passará a receber remuneração, apesar de ter o salário suspenso desde a prisão.
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03/04 às 15:22
Pontos principais
- O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado por feminicídio da soldado Gisele Alves Santana, foi transferido para a reserva da Polícia Militar.
- A transferência para a reserva, equivalente à aposentadoria militar, garante a ele o direito a proventos integrais.
- A portaria de inatividade foi publicada no Diário Oficial do Estado e já está em vigor.
- O pagamento referente à remuneração na ativa de Geraldo Leite está suspenso desde sua prisão em 18 de março.
- A SSP informou que a passagem para a reserva não interfere na responsabilização penal ou disciplinar do militar.
- Foi instaurado um conselho de justificação que pode resultar na demissão, perda de posto e patente do tenente-coronel.
- A interrupção dos vencimentos previdenciários depende de decisão judicial definitiva.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Geraldo Leite Rosa Neto (tenente-coronel)Gisele Alves Santana (soldado)
Organizações
Polícia MilitarSecretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP)Agência BrasilCorregedoria da PMPolícia CivilInstituto Médico Legal (IML)
Lugares
São PauloPerus
