Com a volta aos escritórios ganhando força, modelo híbrido virou benefício
O modelo de trabalho híbrido, antes uma solução emergencial, consolidou-se como um benefício estratégico para atração e retenção de talentos, em um cenário de reocupação dos escritórios e busca por equilíbrio entre produtividade e flexibilidade.
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27/03 às 12:43
Pontos principais
- A taxa de vacância de escritórios de alto padrão em São Paulo caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor nível em 14 anos, indicando forte reocupação.
- Grandes empresas como Amazon, JPMorgan e Nubank estão exigindo maior presença física, reduzindo o home office.
- Estudos de consultorias globais apontam que o trabalho remoto exclusivo pode reduzir a produtividade e a velocidade de aprendizado.
- A flexibilidade se tornou um fator crucial na decisão profissional e na retenção de talentos, com muitos trabalhadores considerando mudar de emprego se o home office for eliminado.
- Empresas como Ford e JTI estão adotando modelos híbridos estruturados, combinando flexibilidade com alinhamento cultural e escuta ativa.
- O retorno ao escritório visa fortalecer a cultura organizacional, o aprendizado informal e o desenvolvimento de lideranças, com espaços corporativos redesenhados para colaboração.
- O modelo híbrido deixou de ser uma solução emergencial para se tornar um benefício competitivo, equilibrando eficiência operacional e expectativas dos profissionais.
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