Calor extremo: 3,8 bilhões de pessoas serão atingidas até 2050
Um estudo da Universidade de Oxford prevê que 3,8 bilhões de pessoas viverão sob calor extremo até 2050 se a temperatura global subir mais de 2 graus Celsius, afetando principalmente países tropicais e subtropicais, incluindo o Brasil.
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29/01 às 12:53
Pontos principais
- Um estudo da Universidade de Oxford, publicado na Nature Sustainability, projeta que metade da população global (3,8 bilhões de pessoas) estará sob calor extremo até 2050.
- Este cenário se concretizará se a temperatura média do planeta exceder 2°C acima dos níveis pré-industriais.
- Países como Brasil, Laos, Nigéria, Sudão do Sul e República Centro-Africana enfrentarão aumentos perigosos de temperatura.
- Nações populosas como Índia, Nigéria, Indonésia, Bangladesh, Paquistão e Filipinas também serão fortemente impactadas.
- Pesquisadores alertam que muitas dessas regiões estão despreparadas e haverá uma corrida por aparelhos de ar-condicionado.
- Países de climas mais frios, como Finlândia, Rússia e Canadá, também experimentarão impactos severos devido à falta de infraestrutura para altas temperaturas.
- Radhika Khosla, líder da pesquisa, enfatiza a necessidade de desenvolvimento sustentável e emissões líquidas zero para reverter a tendência de aquecimento.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Radhika Khosla (líder da pesquisa da Oxford)
Organizações
Universidade de OxfordNature SustainabilityAgência Brasil
Lugares
BrasilLaosNigériaSudão do SulRepública Centro-AfricanaÍndiaIndonésiaBangladeshPaquistãoFilipinasFinlândiaRússiaCanadáAustráliaChileRio de Janeiro
