Caged: Economistas apontam sinais de ‘ritmo modesto’ na expansão de vagas de trabalho
A geração de empregos formais no Brasil em fevereiro de 2026 mostrou um ritmo mais modesto em comparação com anos anteriores, mas o mercado de trabalho ainda é considerado aquecido, com saldo positivo em todos os setores.
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31/03 às 16:32
Pontos principais
- O Brasil registrou 255,3 mil novos empregos formais em fevereiro de 2026, um avanço menor que em 2024 e início de 2025.
- Economistas apontam um ritmo de criação de vagas
- modesto
- e uma desaceleração nos números interanuais, embora o mercado de trabalho permaneça aquecido.
- O saldo acumulado em 12 meses continua em queda, atingindo 1,05 milhão de vagas em fevereiro.
- O setor de serviços foi o principal responsável pela criação de vagas (+177,9 mil), seguido por indústria (+32 mil) e construção (+31,1 mil).
- Houve recuo no salário médio de admissão em comparação com janeiro, e a maioria das vagas abertas oferecia remuneração de até 1,5 salário-mínimo.
- A taxa de rotatividade apresentou leve queda, e o tempo médio de emprego dos desligados diminuiu, indicando maior oferta de vagas e busca por melhores condições.
- Projeções indicam que 2026 pode encerrar com uma taxa de desocupação de 5,5% e a criação líquida de 1,2 milhão de vagas formais.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Leonardo Costa (economista do ASA)André Valério (economista sênior do Inter)Ariane Benedito (economista-chefe do PicPay)
Organizações
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)ASAInterPicPay4intelligence
Lugares
Brasil
