Brasil ou Coreia do Sul entre as ações emergentes? Escolha os dois, diz Bradesco BBI
O Bradesco BBI sugere que investidores combinem exposições ao Brasil e à Coreia do Sul em mercados emergentes, pois ambos os países oferecem oportunidades complementares impulsionadas por motores econômicos distintos.
|
30/03 às 11:19
Pontos principais
- Brasil e Coreia do Sul superaram o índice MSCI EM em 2026, mas por razões diferentes, tornando-os complementares para investidores.
- O Brasil se beneficia de carrego elevado, valuations descontados e sensibilidade ao ciclo doméstico, com fluxo estrangeiro robusto e quedas na curva de juros.
- A Coreia do Sul é impulsionada por revisões de lucros no setor de tecnologia, especialmente semicondutores, devido à demanda por inteligência artificial.
- A economia brasileira é mais fechada e dependente de serviços e commodities, enquanto a coreana é integrada ao comércio global e focada em exportações industriais.
- O risco fiscal brasileiro está no setor público, com alta dívida, enquanto na Coreia do Sul, a vulnerabilidade está no setor privado endividado.
- O MSCI Brazil é diversificado, enquanto o MSCI Korea é concentrado em empresas como Samsung Electronics e SK Hynix.
- A recomendação é uma estratégia de barbell: Brasil para valor e dividendos, e Coreia do Sul para o ciclo global de tecnologia.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Bradesco BBIMSCI EMSamsung ElectronicsSK Hynix
Lugares
BrasilCoreia do SulAmérica LatinaEUAIsraelIrã
