Brasil está ‘investível’ por falta de opções e EUA ainda preocupam, dizem gestoras
Gestoras de investimento avaliam que o Brasil está atrativo para investimentos mais pela falta de opções no cenário internacional e pela comparação com os EUA, que ainda geram preocupações, do que por uma melhora estrutural dos fundamentos domésticos, apesar da alta da Bolsa e queda do dólar em 2026.
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10/02 às 13:06
Pontos principais
- Apesar da alta da Bolsa e queda do dólar em 2026, gestoras locais não veem um cenário totalmente positivo para ativos brasileiros.
- A atratividade do Brasil é impulsionada pela escassez de alternativas de risco-retorno no cenário internacional mais restritivo.
- Gestoras como Opportunity e Genoa Capital apontam que a fragilidade fiscal e a falta de melhora consistente dos fundamentos domésticos limitam uma visão construtiva de longo prazo.
- A Adam Capital critica a baixa taxa de poupança bruta do Brasil em relação ao PIB e questiona a leitura de que a política monetária esteja excessivamente restritiva.
- Há uma crescente avaliação entre gestores de que riscos relevantes nos Estados Unidos, como incertezas fiscais e políticas, ainda não estão plenamente refletidos nos preços dos ativos.
- A Ibiuna Investimentos levanta a questão se um ambiente externo favorável pode continuar a prevalecer sobre os fundamentos locais na precificação dos ativos brasileiros.
- A Kapitalo prioriza estruturas que preservem capital em cenários adversos, focando em assimetria e proteção, antecipando sequências de saltos e correções nos preços.
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