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Automutilação na adolescência: qual o papel da escola na prevenção?

O artigo discute o crescente problema da automutilação na adolescência no Brasil, destacando o papel crucial da escola na identificação, acolhimento e prevenção, e a necessidade de uma rede de cuidado integrada entre escola, família e Estado.

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04/04 às 10:59

Pontos principais

  • A automutilação na adolescência é um problema de saúde mental crescente, com dados alarmantes no Rio de Janeiro e no mundo.
  • A escola é um ambiente fundamental para a detecção precoce e o acolhimento de adolescentes que praticam automutilação, devido à observação de mudanças de comportamento pelos educadores.
  • Profissionais da educação relatam despreparo e falta de orientação formal para lidar com a automutilação, mas buscam o vínculo afetivo como estratégia de cuidado.
  • Há uma necessidade urgente de investimento estatal em recursos humanos e formação continuada para educadores, além da efetivação de políticas públicas que promovam uma rede de cuidado intersetorial.
  • A articulação entre escola, família e Estado é essencial para um cuidado eficaz, superando a culpabilização mútua e a atuação segmentada das instituições.

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Matthew Nock (psicólogo clínico americano)

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