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Aquecimento global eleva risco de surtos de vírus chikungunya na Europa, diz estudo

Um estudo do UKCEH revela que o aquecimento global está elevando o risco de surtos de chikungunya na Europa, com o vírus podendo se espalhar em temperaturas mais baixas do que se pensava e o mosquito-tigre asiático expandindo seu alcance.

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18/02 às 10:42

Pontos principais

  • O aquecimento global aumentou a ameaça de chikungunya na Europa, uma doença tropical transmitida por mosquitos.
  • Um estudo do Centro para a Ecologia e Hidrologia (UKCEH) indica que o vírus pode se espalhar em temperaturas entre 13 e 14 graus Celsius, abaixo das estimativas anteriores de 16 a 18 graus Celsius.
  • Pesquisadores alertam para o risco de surtos locais de chikungunya em mais áreas e por períodos mais longos na Europa.
  • O mosquito-tigre asiático (Aedes Albopictus), vetor da doença, já está estabelecido em regiões mais quentes da Europa e tem sido responsável por surtos recordes na França e Itália em 2025.
  • O primeiro surto conhecido de chikungunya ocorreu na Tanzânia em 1952, e o vírus afeta mais de 110 países globalmente.
  • O pesquisador Sandeep Tegar destaca que o aquecimento rápido da Europa e a expansão do mosquito-tigre para o norte aumentam as áreas e meses propícios à transmissão.
  • Mapas de risco do UKCEH mostram que a possibilidade de transmissão pode durar de dois a seis meses em várias partes da Europa, com alto risco em Malta.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Sandeep Tegar (pesquisador)

Organizações

Centro para a Ecologia e Hidrologia (UKCEH)OMS

Lugares

EuropaReino UnidoFrançaItáliaTanzâniaÁsiaÁfricaAméricasEspanhaPortugalMalta