Após disparar a máximas recordes, ouro e prata têm maior tombo em anos
Ouro e prata registraram sua maior queda em anos, revertendo um rali explosivo que os levou a máximas históricas, impulsionado pela recuperação do dólar após a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve e uma correção esperada no mercado.
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30/01 às 11:57
Pontos principais
- O ouro caiu 8% e a prata recuou 15%, marcando a maior queda em anos para ambos os metais preciosos.
- A queda ocorreu após um rali explosivo que levou os preços a máximas históricas, com o ouro subindo 18% e a prata mais de 40% em janeiro.
- A recuperação do dólar, impulsionada pela notícia da indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve, foi o gatilho para a liquidação.
- Especialistas indicam que uma correção já era esperada devido à rápida valorização e à alta volatilidade dos metais.
- A demanda de investidores por metais preciosos foi impulsionada por preocupações com desvalorização cambial, independência do Federal Reserve, guerras comerciais e tensões geopolíticas.
- Indicadores técnicos, como o Índice de Força Relativa (RSI), já sinalizavam que os metais poderiam estar sobrecomprados.
- Investidores chineses lideraram o movimento de alta, levando a Bolsa de Futuros de Xangai a implementar medidas para esfriar o mercado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Christopher Wong (estrategista do Oversea-Chinese Banking Corp.)Kevin WarshDonald Trump (presidente)
Organizações
Federal ReserveOversea-Chinese Banking Corp.Goldman Sachs Group Inc.Commerzbank AGBolsa de Futuros de XangaiBloombergCasa Branca
Lugares
LondresNova YorkEUAChina
