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title: "Usina Hidrelétrica de Itaipu"
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updated: 2026-08-04T13:18:41.022+00:00
categories: ["brazil", "world", "economy"]
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language: pt-BR
publisher: "Daily Journal"
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# Usina Hidrelétrica de Itaipu

A Usina Hidrelétrica de Itaipu, localizada no rio Paraná na fronteira entre Brasil e Paraguai, é a maior hidrelétrica do Brasil e a terceira maior do mundo em potência instalada. Operada de forma binacional, a usina é vital para o suprimento energético de ambos os países, sendo um instrumento diplomático e técnico de grande relevância. Atualmente, a entidade passa por um processo de renegociação do Anexo C do seu tratado, visando adaptar as bases financeiras e operacionais para o cenário pós-2027.

## O que é a Usina Hidrelétrica de Itaipu

A Usina Hidrelétrica de Itaipu é a maior hidrelétrica do Brasil e a terceira maior do mundo em potência instalada, com 14.000 MW distribuídos em 20 unidades geradoras. Ela é operada pela Itaipu Binacional, empresa constituída em maio de 1974 e controlada em partes iguais pelo Brasil e pelo Paraguai — cada país detém metade do capital, metade da energia produzida e metade dos assentos na diretoria, que decide por consenso.

Em 2025 a usina gerou 72,879 milhões de MWh, o equivalente a 6,7% de toda a demanda de eletricidade do Brasil e a 87,6% do consumo do Paraguai. Desde o início da operação, em 1984, a produção acumulada ultrapassou 3,12 bilhões de MWh.

Itaipu não é apenas uma obra de engenharia: é uma pessoa jurídica de direito internacional, criada por tratado, que responde a dois governos ao mesmo tempo. Essa dupla natureza — empresa e instrumento diplomático — explica por que decisões técnicas sobre tarifa ou geração viram, com frequência, assunto de chancelaria.

## Onde fica a usina de Itaipu

A usina está no rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, cerca de 14 km ao norte da Ponte da Amizade. Do lado brasileiro, o acesso é por Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná; do lado paraguaio, por Hernandarias, no departamento de Alto Paraná.

O rio Paraná integra a bacia hidrográfica do Prata (também chamada de bacia platina), a segunda maior da América do Sul. O trecho aproveitado por Itaipu vai de Guaíra, no norte, até a foz do rio Iguaçu, ao sul.

Itaipu fica a aproximadamente 20 km do Parque Nacional do Iguaçu e das Cataratas do Iguaçu, que ficam no rio Iguaçu — um afluente do Paraná. São atrações distintas, em rios diferentes, unidas pela proximidade geográfica e pelo roteiro turístico de Foz do Iguaçu.

## Itaipu é do Brasil ou do Paraguai?

Dos dois. Itaipu é uma entidade binacional: Brasil e Paraguai são sócios em 50% cada. A barragem fica sobre a fronteira, e a linha divisória entre os países passa pelo meio da casa de força.

A divisão da energia também é meio a meio. A diferença está no consumo: o Paraguai historicamente não conseguia usar sua metade, e o Tratado de 1973 determinou que o excedente não consumido fosse cedido ao Brasil, mediante compensação financeira. Foi essa cessão que sustentou, por décadas, o suprimento adicional que o Brasil recebia da usina.

Esse quadro está mudando. Em 2025, o Paraguai já consumiu 36% de toda a produção da usina, e diretores da binacional projetam que o país passará a usar sua cota integral de 50% por volta de 2035. À medida que o excedente encolhe, encolhe também a energia extra disponível ao mercado brasileiro.

## Quando Itaipu foi construída

**1966 — Ata do Iguaçu.** Em 22 de junho de 1966, os chanceleres Juracy Magalhães (Brasil) e Raúl Sapena Pastor (Paraguai) assinaram a Ata do Iguaçu, também chamada Ata das Cataratas. O documento encerrou uma disputa fronteiriça na região do Salto Grande de Sete Quedas e estabeleceu que a energia obtida no trecho do rio Paraná entre Sete Quedas e a foz do Iguaçu seria dividida em partes iguais entre os dois países.

**1973 — Tratado de Itaipu.** Assinado em Brasília em 26 de abril de 1973 pelos chanceleres Mário Gibson Barboza e Raúl Sapena Pastor, na presença dos presidentes Emílio Garrastazu Médici e Alfredo Stroessner. Foi aprovado no Brasil pelo Decreto Legislativo nº 23, de 30 de maio de 1973, e no Paraguai pela Lei nº 389, de 17 de julho de 1973, entrando em vigor em 13 de agosto de 1973 com a troca dos instrumentos de ratificação.

**1974 — Criação da Itaipu Binacional**, a empresa encarregada de construir e operar o aproveitamento.

**1975–1982 — Obras.** O canteiro chegou a empregar dezenas de milhares de trabalhadores. Em outubro de 1982 o reservatório foi formado, submergindo o Salto de Sete Quedas.

**1984 — Início da geração.** A primeira unidade geradora entrou em operação em 5 de maio de 1984.

**2006–2007 — Capacidade plena.** As duas últimas unidades entraram em operação em setembro de 2006 e março de 2007, levando a potência instalada de 12.600 MW para os atuais 14.000 MW.

## Como funciona a usina

Itaipu é uma usina de represamento: a barragem eleva o nível do rio Paraná, e a diferença de altura entre o reservatório e o canal de fuga faz a água descer com pressão pelos condutos forçados até as turbinas.

- **Barragem:** 7.919 metros de extensão total e altura máxima de 196 metros, no trecho principal de concreto.
- **Reservatório:** cerca de 1.350 km² de área alagada e 170 km de extensão, de Foz do Iguaçu até Guaíra.
- **Turbinas:** 20 unidades do tipo Francis, de 700 MW nominais cada.
- **Frequências:** dez unidades geram em 50 Hz, padrão do sistema elétrico paraguaio; dez geram em 60 Hz, padrão brasileiro. Parte da energia de 50 Hz cedida ao Brasil é convertida para 60 Hz na estação conversora de Foz do Iguaçu e transmitida em corrente contínua.
- **Vertedouro:** usado para escoar o excesso de água quando a vazão supera a capacidade de engolimento das turbinas.

A produtividade operacional em 2025 foi de 1.100 MW médios por metro cúbico por segundo de água — o melhor resultado anual da história da usina, 5,8% acima da média histórica, mesmo com afluências equivalentes a 68% da média. A disponibilidade dos geradores ficou em 96,29%.

## Quanta energia Itaipu gera

A produção varia com a chuva e a vazão do rio Paraná. Em 2025, Itaipu gerou 72.879.287 MWh — alta de cerca de 9% sobre 2024 —, o que correspondeu a 11,6% de toda a geração hidráulica do Brasil.

Do total produzido em 2025, o Brasil consumiu 64% e o Paraguai, 36%. Para o Brasil, isso representou 6,7% da demanda nacional de eletricidade; para o Paraguai, 87,6% do consumo do país.

A energia brasileira de Itaipu não é vendida no mercado livre: é comercializada em regime de cotas pela Axia (antiga Eletrobras) e repassada às distribuidoras das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que a repassam ao consumidor cativo. A energia paraguaia é entregue à ANDE, a estatal elétrica do país.

O recorde anual da usina é de 2016: 103.098.366 MWh, marca que na ocasião foi a maior produção anual já registrada por uma hidrelétrica no mundo.

## Itaipu é a maior usina do mundo?

Não em potência instalada. Itaipu ocupa hoje a terceira posição mundial entre as hidrelétricas convencionais, com 14.000 MW. À frente estão duas usinas chinesas: Três Gargantas, com cerca de 22.500 MW, e Baihetan, com 16.000 MW, que entrou em operação plena em 2022. Logo atrás vêm Xiluodu (13.860 MW, China), Belo Monte (11.233 MW, Brasil) e Guri (10.235 MW, Venezuela).

Itaipu segue sendo a maior hidrelétrica do Brasil e a maior fora da China. Por muitos anos foi a maior do mundo em potência instalada, posição que perdeu para Três Gargantas na década de 2000.

Em geração anual, porém, a disputa é mais equilibrada e Itaipu já liderou. Em 2016 a usina produziu 103,09 milhões de MWh e superou Três Gargantas por mais de 4 milhões de MWh, retomando a liderança mundial que a chinesa detinha desde 2014. A vantagem histórica de Itaipu está na regularidade da vazão do Paraná, que permite operar perto da capacidade por mais horas do ano do que a usina chinesa.

## Impactos ambientais e sociais

A formação do reservatório, em outubro de 1982, submergiu o Salto de Sete Quedas — um conjunto de quedas d'água no rio Paraná que era, em volume, um dos maiores do mundo. O desaparecimento das quedas gerou protestos na época e permanece como o episódio ambiental mais citado da obra.

Cerca de 1.350 km² foram alagados, incluindo floresta e terras cultiváveis. A operação de resgate de fauna batizada de *Mymba Kuera* ("pega-bicho", em guarani) capturou milhares de animais durante o enchimento do lago.

No plano social, as desapropriações atingiram 42.444 pessoas, das quais 38.440 eram trabalhadores do campo. Parte das famílias desalojadas migrou para o Paraguai, movimento que ajudou a formar a população conhecida como brasiguaios. Outra parte engrossou a base do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na região oeste do Paraná. O município de Guaíra, que perdeu as quedas e a atividade turística associada a elas, recebeu compensações financeiras ao longo das décadas seguintes.

A Itaipu Binacional mantém programas de reflorestamento de faixa de proteção do reservatório, refúgios biológicos e o programa Cultivando Água Boa, voltado à gestão de bacias na região do lago.

## O Tratado de Itaipu e seus anexos

O Tratado de 1973 é acompanhado de anexos que detalham a execução:

- **Anexo A** — estatuto da Itaipu Binacional.
- **Anexo B** — descrição geral das obras e instalações.
- **Anexo C** — as bases financeiras e de prestação dos serviços de eletricidade.

O **Anexo C** é o que define quanto custa a energia da usina. Ele estabelece o cálculo do custo do serviço de eletricidade, a amortização da dívida contraída para a construção, os royalties devidos aos dois países, a remuneração do capital e a compensação paga pela cessão de energia não consumida.

O próprio Anexo C prevê que suas disposições sejam revistas "após o decurso de um prazo de cinquenta anos a partir da entrada em vigor do Tratado", levando em conta, entre outros aspectos, o grau de amortização das dívidas contraídas para a construção e a relação entre as potências contratadas pelas entidades dos dois países. Como o Tratado entrou em vigor em agosto de 1973, a janela de revisão abriu em 2023.

O Artigo XIII do Tratado é o dispositivo que trata da divisão da energia e da obrigação de ceder ao outro país o excedente não utilizado — o ponto mais sensível da relação entre os dois sócios.

## A renegociação do Anexo C e o prazo de 2027

Em fevereiro de 2023 a dívida da construção de Itaipu foi integralmente quitada. Durante 50 anos, a amortização foi o maior componente do custo da energia; com ela zerada, restam essencialmente os custos de operação, manutenção e modernização. Foi esse marco que abriu a renegociação.

**O acordo provisório de 2024.** Em 9 de maio de 2024, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Santiago Peña fecharam um entendimento tarifário — não o Anexo C definitivo. O Custo Unitário do Serviço de Eletricidade (Cuse) subiu de US$ 16,71 para US$ 19,28 por kW-mês, alta de 15,4%, válido para 2024, 2025 e 2026. O Paraguai pleiteava entre US$ 20,75 e US$ 22,23; o Brasil buscava manter o valor anterior.

Na prática, o consumidor brasileiro seguiu pagando US$ 16,71: a diferença de US$ 2,57 por kW-mês foi coberta por aportes extraordinários da própria Itaipu — US$ 300 milhões em 2024 e US$ 285 milhões aprovados para 2026. Por isso a Aneel homologou, em dezembro de 2025, a tarifa de repasse de 2026 em US$ 17,66 por kW-mês, sem reajuste para as distribuidoras cotistas.

**Os prazos descumpridos.** A contrapartida do acordo de 2024 era concluir a revisão do Anexo C até 31 de dezembro de 2024. O prazo foi sucessivamente adiado — maio de 2025, maio de 2026 — e, em agosto de 2026, a revisão seguia sem assinatura.

**O que travou.** Três fatores se acumularam:

1. **O caso de espionagem da Abin.** Uma operação da Agência Brasileira de Inteligência iniciada em junho de 2022, no governo Jair Bolsonaro, e encerrada em março de 2023, já no governo Lula, invadiu sistemas de autoridades paraguaias com o objetivo declarado de obter os valores que o Paraguai levaria à mesa do Anexo C. Quando o caso veio a público, em 2025, o Paraguai suspendeu formalmente as negociações, convocou o embaixador brasileiro em Assunção e abriu investigação no Ministério Público. O presidente Santiago Peña cobrou explicações diretamente de Lula.
2. **A livre comercialização da energia paraguaia**, tratada abaixo.
3. **A composição da tarifa.** A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) e outros parlamentares da oposição questionam a inclusão de gastos socioambientais no Cuse, argumentando que o Tratado manda cobrar o custo do serviço de eletricidade. Análise da Consultoria Legislativa da Câmara apontou que, sem esses componentes e sem a dívida, a tarifa poderia ficar em torno de US$ 9 por kW-mês.

**O que está em jogo a partir de 2027.** O acordo tarifário expira em 31 de dezembro de 2026, e o Anexo C revisado precisaria estar em vigor em 1º de janeiro de 2027. Os pontos centrais do texto em negociação:

- **Tarifa menor.** O Ministério de Minas e Energia estima que o novo modelo permita uma tarifa entre US$ 10 e US$ 12 por kW-mês, remunerando apenas operação, manutenção e modernização.
- **Fim da cessão obrigatória.** O Paraguai passaria a poder vender sua energia excedente diretamente no mercado livre brasileiro — que já responde por parcela expressiva do consumo do país — em vez de cedê-la compulsoriamente ao Brasil. Cada país declararia anualmente quanto cede e quanto comercializa.
- **Compensação pela cessão.** Setores paraguaios defendem multiplicar o valor pago pela energia cedida; propostas técnicas que circularam em Assunção chegaram a sugerir aumentos de seis a nove vezes, além da criação de um consórcio trinacional com a Argentina para operar Itaipu e Yacyretá em conjunto. Nenhuma dessas propostas foi incorporada ao texto oficial.

Qualquer acordo final precisa ser assinado pelos dois presidentes e ratificado pelos Congressos do Brasil e do Paraguai. O diretor-geral brasileiro da usina, Enio Verri, afirmou que o entendimento está costurado e depende de ajustes de redação diplomática, com previsão de conclusão até dezembro de 2026. O ministro Alexandre Silveira chegou a levantar, em 2025, a possibilidade de o Brasil recorrer a tribunal arbitral e retornar a tarifa a patamar anterior caso o impasse persistisse.

## Royalties e repasses ao Brasil

Itaipu paga royalties aos dois países pelo uso do potencial hidráulico. Em 2025, o repasse ao Brasil foi de R$ 1,381 bilhão, distribuído segundo a legislação brasileira: 65% aos municípios (R$ 898 milhões), 25% aos estados (R$ 345 milhões) e 10% à União (R$ 138 milhões). Os recursos alcançaram seis estados e 347 municípios, com concentração nos alagados pelo reservatório e nos lindeiros ao lago.

Desde o início dos pagamentos, em 1985, o volume acumulado de royalties ultrapassa US$ 14,6 bilhões considerando os dois países.

## Modernização

A Itaipu Binacional executa desde 2022 um plano de modernização tecnológica orçado em US$ 670 milhões ao longo de 14 anos. O escopo inclui a substituição dos sistemas de controle e proteção das 20 unidades geradoras, a modernização da subestação isolada a gás, a atualização dos serviços auxiliares e melhorias em estruturas como vertedouro e barragem. As grandes máquinas eletromecânicas — turbinas, rotores e estatores — não entram no pacote, por permanecerem em boas condições operacionais.

## Visitação: como conhecer Itaipu por dentro

A usina é um dos principais destinos turísticos de Foz do Iguaçu e recebe visitantes por meio do Complexo Turístico Itaipu. Os ingressos são vendidos pelo site oficial de turismo da binacional, com recomendação de compra antecipada em alta temporada.

Principais roteiros:

- **Itaipu Panorâmica** — passeio de ônibus com paradas em mirantes, sem entrada nas áreas internas.
- **Circuito Especial** — percurso que inclui áreas internas da usina, como a casa de força.
- **Itaipu Iluminada** — visita noturna à barragem iluminada, realizada às sextas e sábados, com início por volta das 19h.
- **Itaipu by Bike** — trajeto de bicicleta por trilhas internas.
- **Ecomuseu e Refúgio Biológico Bela Vista** — exposições sobre a história da obra, a região e os programas ambientais.

## Perguntas frequentes

### Em que rio fica a usina de Itaipu?

No rio Paraná, na bacia hidrográfica do Prata.

### Itaipu fica em qual estado?

No Paraná, no município de Foz do Iguaçu, no lado brasileiro. Do lado paraguaio, em Hernandarias.

### Quantas turbinas Itaipu tem?

Vinte unidades geradoras do tipo Francis, de 700 MW cada, totalizando 14.000 MW.

### Quanta energia Itaipu gera por ano?

Varia com a hidrologia. Em 2025 foram 72,88 milhões de MWh. O recorde é de 2016: 103,09 milhões de MWh.

### Itaipu abastece quais regiões do Brasil?

A parcela brasileira é distribuída em regime de cotas às distribuidoras das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

### Itaipu é a maior usina do mundo?

É a terceira em potência instalada, atrás de Três Gargantas e Baihetan, ambas na China. É a maior do Brasil e a maior fora do território chinês, e já liderou a geração anual mundial, com destaque para 2016.

### Como se escreve Itaipu em inglês?

*Itaipu Dam* ou *Itaipu Hydroelectric Power Plant*.

### Itaipu fica perto das Cataratas do Iguaçu?

Sim, ambas ficam em Foz do Iguaçu, a cerca de 20 km uma da outra, mas são atrações distintas: as Cataratas ficam no rio Iguaçu e integram o Parque Nacional do Iguaçu.

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