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title: "Captura de Nicolás Maduro pelos EUA"
url: https://dailyjournal.news/topics/captura-de-nicolas-maduro-pelos-eua
updated: 2026-02-14T11:38:40.137+00:00
categories: ["world", "politics"]
type: topic
language: pt-BR
publisher: "Daily Journal"
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# Captura de Nicolás Maduro pelos EUA

A Captura de Nicolás Maduro pelos EUA refere-se à operação militar de 3 de janeiro de 2026, na qual forças americanas prenderam o presidente venezuelano e sua esposa em Caracas, sob acusações de narcoterrorismo. A ação, ordenada por Donald Trump, resultou na transferência de Maduro para Nova York e gerou uma crise diplomática global, com os EUA buscando "administrar" a Venezuela para extrair recursos energéticos. A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente, enquanto a operação, que envolveu meses de planejamento de inteligência e táticas avançadas, como a desativação da rede elétrica, causou cerca de 100 mortes e intensificou a repressão interna.

## Visão geral

A Captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos refere-se a uma operação militar realizada em 3 de janeiro de 2026, na qual forças militares americanas atacaram Caracas, capital da Venezuela, e prenderam o então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A ação, ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, resultou na transferão de Maduro para Nova York, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo. O governo venezuelano estima que os ataques resultaram em cerca de 100 mortes, incluindo civis. O evento gerou uma crise diplomática global, com os EUA declarando a intenão de "administrar" a Venezuela interinamente para extrair recursos energéticos, enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a presidéncia interina por 90 dias com apoio das Forças Armadas. A operação foi o resultado de meses de planejamento de inteligência e táticas militares avançadas, incluindo a desativação da rede elétrica de Caracas e o uso de cerca de 150 aeronaves. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, revelou posteriormente que o governo Trump tentou "diversas tentativas" para que Maduro deixasse o poder voluntariamente antes da intervenção militar, mas sem sucesso. Uma reportagem do "The Wall Street Journal" de 13 de fevereiro de 2026 revelou que o Pentágono teria utilizado uma ferramenta de inteligência artificial, o Claude da Anthropic, na operação de captura.

## Contexto histórico e desenvolvimento

A operação de captura foi o ápice de meses de escalada. Em agosto de 2025, os EUA dobraram para US$ 50 milhões a recompensa por Maduro, acusado de chefiar o Cartel de los Soles. Nos meses seguintes, militares americanos atacaram mais de 30 embarcações no Caribe e Pacífico sob justificativa de combate ao narcotráfico. A inteligência americana, incluindo a CIA, enviou agentes infiltrados à Venezuela em agosto de 2025 para identificar alvos e recrutar fontes, operando em uma "zona restrita" devido à ausência de embaixada. Uma fonte governamental próxima a Maduro forneceu informações cruciais sobre seu paradeiro. O secretário de Estado Marco Rubio confirmou que, antes da operação militar, o governo Trump fez "diversas tentativas" para que Maduro deixasse a Venezuela voluntariamente, mas sem sucesso, pois "ele não é alguém com quem se possa fazer um acordo”.

A "Operação Resolução Absoluta" iniciou-se às 2h local de 3 de janeiro de 2026 com explosões em Caracas e bombardeios a áreas civis e militares. A missão, que envolveu cerca de 150 aeronaves, foi caracterizada por sua escala, velocidade e sucesso, com helicópteros chegando a apenas 30 metros do solo para alcançar o complexo de Maduro, o Forte Tiuna. Acredita-se que o Comando Cibernético dos EUA desativou a rede elétrica de Caracas para facilitar a incursão noturna, e tecnologias de guerra eletrônica foram usadas para anular defesas aéreas. Maduro e Flores foram levados ao USS Iwo Jima e depois para uma penitenciária em Nova York. Trump designou um grupo para administrar a Venezuela, composto por Marco Rubio (Estado), Pete Hegseth (Defesa), Stephen Miller (Casa Branca) e JD Vance (Vice-presidente), reservando para si a palavra final. Em 8 de janeiro, Trump revelou que a Venezuela concordou em entregar 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, cujos recursos serão geridos por Washington para a compra compulsória de produtos americanos. Analistas da CIA conduziram uma avaliação confidencial antes da operação, concluindo que trabalhar com elementos do regime vigente, como Delcy Rodríguez, ofereceria maior estabilidade, levando a contatos secretos com membros do regime de Maduro antes da operação. Em 28 de janeiro, Marco Rubio informou que os EUA dividiram US$ 500 milhões da primeira venda de petróleo venezuelano após a prisão de Maduro, com US$ 300 milhões enviados para o governo da Venezuela e US$ 200 milhões retidos em uma conta.

## Impacto social e repressão

Após a captura, a repressão estatal intensificou-se sob o comando de Diosdado Cabello (Interior), que controla a polícia e milícias armadas. No Forte Tiuna, guarda-costas cubanos, que fornecem amplo apoio de segurança ao regime, ofereceram resistência às forças americanas, resultando na morte de 32 cidadãos cubanos. A ineficácia de sua defesa levantou questões sobre uma possível facilitação da missão por elementos do regime. Em 5 de janeiro, Delcy Rodríguez ordenou a busca nacional por apoiadores do ataque americano. Relatos indicam que forças de segurança revistam celulares em ônibus e postos de controle. Até 7 de janeiro, pelo menos 14 jornalistas e seis cidadãos foram detidos, incluindo dois idosos presos por comemorarem a queda de Maduro. Embora Jorge Rodríguez tenha anunciado uma libertação em massa de prisioneiros em 8 de janeiro, ONGs como o Foro Penal denunciaram que apenas 11 pessoas foram efetivamente soltas. Em 28 de janeiro, Marco Rubio alertou que a presidente interina Delcy Rodríguez poderá ter o mesmo destino de Maduro caso não coopere com Washington, exigindo que ela beneficie empresas petrolíferas americanas e corte laços com China, Rússia e Irã.

## Detalhes de Inteligência e Operacionais

A operação foi precedida por meses de planejamento e coleta de informações. Em agosto de 2025, uma equipe de agentes infiltrados da CIA foi enviada à Venezuela, operando em uma "zona restrita" sem cobertura diplomática. O objetivo era identificar alvos e recrutar indivíduos para assistência. Uma fonte "governamental" muito próxima a Maduro forneceu informações detalhadas sobre seu paradeiro, consideradas cruciais para a operação. A identidade dessa fonte permanece protegida. A inteligência humana foi combinada com informações técnicas, como mapas e imagens de satélite, para planejar a missão. A escala, velocidade e sucesso da operação foram notáveis, com cerca de 150 aeronaves participando. O Comando Cibernético dos EUA é creditado por desativar as luzes em Caracas, possivelmente infiltrando-se nas redes venezuelanas para desligar a rede elétrica. O Comando Espacial dos EUA também contribuiu, criando uma "rota" para a entrada indetectável das forças especiais. Drones também foram utilizados. A falha das defesas aéreas chinesas e russas sugere o uso de tecnologias avançadas de interferência ou guerra eletrônica. Marco Rubio, em depoimento ao Senado em 28 de janeiro de 2026, defendeu a operação, afirmando que os EUA "prenderam dois narcotraficantes" e que Maduro era um "narcotraficante indiciado, não um chefe de Estado legítimo".

## Uso de Inteligência Artificial na Operação

Em 13 de fevereiro de 2026, o jornal "The Wall Street Journal" publicou uma reportagem afirmando que o Pentágono utilizou uma ferramenta de inteligência artificial (IA) na operação de captura de Nicolás Maduro. A ferramenta em questão seria o Claude, um modelo de IA generativa desenvolvido pela startup Anthropic, especializada em segurança e processamento de dados. Segundo a reportagem, o Pentágono acessou o Claude por meio de uma parceria com a Palantir Technologies, uma empresa de dados com contratos com o governo norte-americano que integra e analisa informações para órgãos governamentais e Forças Armadas. Os termos de uso da Anthropic proíbem explicitamente a utilização de sua ferramenta para "facilitar a violência, desenvolver armas ou para conduzir espionagem", levantando questões sobre a conformidade da operação com essas diretrizes. O Departamento de Defesa dos EUA recusou-se a comentar as alegações feitas pelo jornal.

## Repercussões e Reações

Uma pesquisa da AtlasIntel, divulgada em 14 de janeiro de 2026, indicou que 57,7% dos venezuelanos entrevistados aprovam a intervenção militar de Trump no país. O estudo avaliou a percepção de habitantes da América Latina sobre a ação militar e reflete o sentimento da população venezuelana em relação à crise política e social. Em 28 de janeiro de 2026, Marco Rubio, em depoimento ao Senado, defendeu a legalidade da operação e a chamou de um sucesso com baixo custo humano para os EUA, apesar das mais de 100 mortes venezuelanas e cubanas relatadas.

## Linha do tempo

*   **Agosto de 2025:** EUA aumentam recompensa por Maduro para US$ 50 milhões e reforçam presença militar. Agentes infiltrados da CIA chegam à Venezuela para coleta de inteligência. O governo Trump faz "diversas tentativas" para que Maduro deixe o poder voluntariamente, sem sucesso.
*   **Setembro a Dezembro de 2025:** Ataques a mais de 30 embarcações e bloqueio total de petroleiros sancionados.
*   **3 de janeiro de 2026:** Lançamento da "Operação Resolução Absoluta". Captura de Maduro e Flores; governo venezuelano relata 100 mortos. Trump anuncia em Mar-a-Lago que administrará a Venezuela. A rede elétrica de Caracas é desativada para facilitar a incursão.
*   **5 de janeiro de 2026:** Delcy Rodríguez assume oficialmente a presidéncia interina e ordena caça a apoiadores da intervenção. Brasil e outros 21 países condenam a operação no Conselho de Segurança da ONU. Maduro e a esposa são levados ao tribunal em Nova York.
*   **7 de janeiro de 2026:** Revelada a detenção de pelo menos 14 jornalistas desde o início da crise.
*   **8 de janeiro de 2026:** Trump afirma ao NYT que explorará petróleo venezuelano por anos. Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros, mas ONGs contestam números.
*   **10 de janeiro de 2026:** Analistas apontam que o regime chavista se reorganiza com Delcy na diplomacia e Cabello no controle repressivo. Detalhes sobre a operação de inteligência e táticas militares começam a ser revelados.
*   **14 de janeiro de 2026:** Pesquisa da AtlasIntel revela que 57,7% dos venezuelanos aprovam a ação militar de Trump no país.
*   **28 de janeiro de 2026:** Marco Rubio depõe ao Senado dos EUA, defendendo a operação, revelando tentativas prévias de negociação com Maduro e anunciando a divisão de US$ 500 milhões da primeira venda de petróleo pós-Maduro. Ele também alerta Delcy Rodríguez sobre seu destino caso não coopere com Washington e anuncia uma reunião com María Corina Machado.
*   **13 de fevereiro de 2026:** "The Wall Street Journal" reporta que o Pentágono utilizou uma ferramenta de inteligência artificial (Claude da Anthropic) na operação de captura de Maduro.

## Principais atores

*   **Nicolás Maduro:** Ex-presidente capturado e detido em Nova York.
*   **Donald Trump:** Presidente dos EUA; estabeleceu um comitê de gestão para a Venezuela e descartou entregar o poder a María Corina Machado. Elogiou a operação como uma "excelente ação".
*   **Delcy Rodríguez:** Presidente interina; atua como interlocutora com os EUA para garantir a sobrevivéncia do regime. A CIA avaliou a colaboração com ela como uma forma de garantir estabilidade. Recebeu um aviso de Marco Rubio de que poderá ter o mesmo destino de Maduro se não cooperar com as exigências de Washington.
*   **Diosdado Cabello:** Ministro do Interior; lidera a repressão interna e controla serviços de inteligência e paramilitares.
*   **Vladimir Padrino López:** Ministro da Defesa; garantiu o apoio militar à presidéncia de Delcy.
*   **Stephen Miller e JD Vance:** Integrantes do grupo designado por Trump para administrar a Venezuela.
*   **Marco Rubio:** Secretário de Estado dos EUA; defendeu a operação no Senado, revelou tentativas prévias de negociação com Maduro e alertou Delcy Rodríguez sobre a necessidade de cooperação. Irá se reunir com María Corina Machado.
*   **Vasily Nebenzya:** Embaixador da Rússia na ONU; classificou a ação como criminosa e hipócrita.
*   **Fu Cong:** Embaixador da China na ONU; condenou o "bullying" norte-americano.
*   **David Fitzgerald:** Ex-chefe de operações da CIA na América Latina; participou do planejamento da missão e descreveu a operação como um sucesso sem precedentes.
*   **María Corina Machado:** Líder da oposição venezuelana, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, com quem Marco Rubio tem uma reunião agendada.

## Termos importantes

*   **Operação Resolução Absoluta:** Invasão militar e extração de Maduro.
*   **Cartel de los Soles:** Organização criminosa atribuída à cúpula militar venezuelana.
*   **Foro Penal:** ONG que monitora prisões políticas e contestou os dados de libertação do governo.
*   **Conselho de Segurança da ONU:** Palco de debates onde 22 países condenaram a intervenção dos EUA.
*   **Zona Restrita:** Termo de inteligência para operações em países sem cobertura diplomática.
*   **Forte Tiuna:** Complexo militar onde Maduro foi capturado, defendido por guarda-costas cubanos.
*   **Comando Cibernético dos EUA:** Organização militar creditada por desativar a rede elétrica de Caracas.
*   **Comando Espacial dos EUA:** Organização que opera satélites e ajudou a criar uma "rota" para as forças especiais.
*   **Claude:** Ferramenta de inteligência artificial generativa da Anthropic, supostamente utilizada pelo Pentágono na operação.
*   **Anthropic:** Startup de tecnologia desenvolvedora do Claude, com termos de uso que proíbem o uso para violência, armas ou espionagem.
*   **Palantir Technologies:** Empresa de dados que teria facilitado o acesso do Pentágono ao Claude através de sua parceria com o governo dos EUA.

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