---
title: "Brasil atinge menor taxa de sub-registro de nascimentos da história"
url: https://dailyjournal.news/news/2026-05-20/brasil-atinge-menor-taxa-de-sub-registro-de-nascimentos-da-historia
published: 2026-05-20T13:31:31.698227+00:00
updated: 2026-05-20T15:05:15.3+00:00
categories: ["brazil"]
source_count: 3
outlet_count: 3
language: pt-BR
publisher: "Daily Journal"
---

# Brasil atinge menor taxa de sub-registro de nascimentos da história

O sub-registro de nascimentos caiu para 0,95% em 2024, enquanto o de óbitos recuou para 3,4%, apesar de persistirem disparidades regionais.

## Pontos principais

- A taxa de sub-registro de nascimentos atingiu o patamar histórico de 0,95% em 2024, ficando pela primeira vez abaixo de 1%.
- O sub-registro de óbitos recuou para 3,40% em 2024, com maior incidência entre recém-nascidos e idosos acima de 80 anos.
- Roraima, Amapá e Amazonas lideram o sub-registro de nascimentos, enquanto Maranhão, Amapá e Piauí concentram os maiores índices de óbitos.
- A gratuidade do registro e a instalação de unidades em maternidades foram fundamentais para o avanço dos indicadores nacionais.
- O IBGE utiliza o cruzamento de dados entre cartórios e sistemas de saúde para aprimorar a precisão das estatísticas vitais.

O Brasil registrou em 2024 o menor índice de sub-registro de nascimentos de sua série histórica, consolidando um avanço significativo na garantia de direitos básicos. Segundo dados do IBGE, a taxa de crianças não registradas no ano de nascimento caiu para 0,95%, movimento que aproxima o país da Meta 16.9 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A melhoria é atribuída a políticas públicas como a gratuidade do registro e a expansão de unidades interligadas em maternidades, além do cruzamento de dados entre cartórios e sistemas de saúde para aumentar a completude das estatísticas.

Apesar do progresso nacional, o levantamento aponta que a invisibilidade documental ainda é um desafio persistente, com disparidades regionais acentuadas. Enquanto estados como Roraima, Amapá e Amazonas apresentam os maiores desafios para o registro de nascimentos, Maranhão, Amapá e Piauí lideram os índices de sub-registro de óbitos. O relatório destaca que a falta de documentação de mortes é mais frequente entre recém-nascidos e idosos acima de 80 anos, refletindo desigualdades de infraestrutura e acesso a serviços públicos. A continuidade das ações de busca ativa permanece essencial para assegurar a cobertura universal de documentação civil em todo o território nacional.

## Fontes

- [Sub-registro de nascimentos e óbitos cai, mas 3,4% das mortes não são registradas](https://www.infomoney.com.br/brasil/sub-registro-de-nascimentos-e-obitos-cai-mas-34-das-mortes-nao-sao-registradas/) — InfoMoney (2026-05-20)
- [País registra redução no sub-registro de nascimentos e de óbitos](https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/pais-registra-reducao-no-sub-registro-de-nascimentos-e-de-obitos) — Agência Brasil (2026-05-20)
- [Brasil tem menor taxa de bebês não registrados no ano em que nasceu, mostra IBGE](https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/20/brasil-tem-menor-taxa-de-bebes-nao-registrados-no-ano-em-que-nasceu-mostra-ibge.ghtml) — G1 (2026-05-20)

---

Publicado por Daily Journal. Versão HTML: https://dailyjournal.news/news/2026-05-20/brasil-atinge-menor-taxa-de-sub-registro-de-nascimentos-da-historia
